Aleluia! Vai chover cerveja no AA!!
Depois de muito tempo… Acho que um ano! Anselmo chegou para mim (pelo messenger) e disse:“querida, cria o nosso blog denovo.”
Hoje sentei na frente do PC e depois de várias interrupções de minha pessoa à diversão televisiva de meu esposo nesta noite chata de domingo, reativamos o blog do casal “paladino” das “Amarelinhas”!
Obs: Todas as informações do antigo blog serão inseridas aqui assim que o Anselmo conseguir decodificar o banco de dados. (Essa eu pago pra ver! hahaha!)
Até lá, caros colegas, contentar-se-ão com as anedotas inéditas desta “dupla de dois”.
Primeira Anedota da Karol:
Hoje, fizemos um passeio dominical como todo bom casal deve realizar sempre que possível. A história deste passeio inicia-se na noite de sábado. Anselmo diz:”Karol, vamos acordar amanhã bem cedo e lá pelas 09:00 horas sairmos de casa.” Até aí tudo bem… Se não fosse o fato de ter acabado a bateria do despertador e ambos acordarmos quase no horário do almoço. Imaginem o mal humor do senhor meu marido! Ele nem queria mais saber em sair de casa até que com “jeitinho” e muita paciência o convenci a sairmos durante a tarde.
Saímos de casa caminhando para pegar a lotação. Enquanto subíamos a rua ao lado da Unioeste, a cerca de dez metros do ponto, eis que passa a linha do Faculdade… Sem remédio, caminhamos até o terminal sul e aguardamos o eixo Sul/Leste por cinco minutos.
Chega o ônibus, entramos, sentamos e o “latão” começa a andar… Maravilha de sempre… Barulho do motor… Campainha… Cheiro de suor da galera…Até que sobe um senhor muito “eloqüente”, daqueles dignos de irritarem uma pessoa a ponto de fazê-la desejar atirar-se pela janela. O cara, sem noção, além de falar alto enchia a paciência dos outros contando “causos”.
Chegando ao terminal saímos em direção ao shopping pois eu desejava comer uma boa fatia de torta de chocolate na cafeteria. Para completar o calvário, no local onde estaria a cafeteria existia apenas uma sala vazia com poeira e duas folhas de jornal velho no chão. Para aplacar a decepção, comemos alguns crepes e depois seguimos ao zoológico onde presenciamos uma cena de sexo explícito das tartarugas.
Ao retornarmos, no ônibus, o Anselmo não pode deixar de reparar e chamar minha atenção para uma jovem senhora que acomodou-se à nossa frente. Certo… O que tem de errado em uma mulher sentar à nossa frente no ônibus? Nada! A não ser o curioso fato de ela estar grávida e com quatro crianças em volta chamando:”Mãe! Mãe!”
Descendo a rua para casa, quase na esquina, fomos surpreendidos por uma chuva fina que serviu para deixar-me com frio e ambos bem molhados.
O passeio foi ótimo… Tirando os contratempos foi uma maravilha!
Não eram essas tartarugas, mas estavam bem parecidas!!
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